14 de outubro de 2014

Rumo à licença parental.

Recentemente, alguns municípios e estados brasileiros têm ampliado a licença paternidade de seus funcionários públicos para 30 dias. Além disso, alguns juízes têm concedido 6 meses de licença ao pai, quando a mãe faleceu ou quando o pai é solteiro. 

Precisamos seguir ampliando este direito e este debate. É chegada a hora de dialogarmos mais abertamente sobre a “licença parental”, de modo que o cuidado infantil possa efetivamente ser percebido como uma atribuição e uma experiência que não podem ser subjugadas aos padrões, leis e normas orientadas por uma leitura convencional de gênero. Os homens também podem cuidar. As instituições (família, educação infantil, Direito...) devem promover essa experiência e garantir este direito.

No vídeo de nossa campanha (promovida pelo Instituto PAPAI, Gema/UFPE e Rheg), lançada em 2008, o saudoso ator José Wilker, junto com os atores Licurgo Spíndola, Alexandre Borges e Marcelo Serrado pediam PELO MENOS um mês de Licença Paternidade. 

Hoje, percebemos que é chegado o momento de sermos mais efetivos na garantia a este direito e na equiparação do direito, de modo que as crianças possam ser cuidadas, especialmente nos primeiros momentos de convívio, seja por nascimento ou adoção.

Mais informações sobre a campanha, clique aqui!